sexta-feira, 4 de março de 2011

Terapia com os minerais: oligoterapia

O que é a oligoterapia?

A terapia com os minerais consiste em fornecer ao organismo a contribuição que uma substância mineral ou de um oligoelemento, quer modificando a alimentação quer subministrando um medicamento.


Muitas vezes, esta terapia reforçada por uma contribuição vitamínica, a fim de beneficiar da sinergia das duas substâncias. Os minerais são indispensáveis para um bom funcionamento do organismo.
São importantes componentes do corpo humano e participam na vida das células.
Alguns minerais, como o cálcio, o sódio e o potássio, são necessários em grandes quantidades.
Também na presença de uma alimentação equilibrada pode-se manifestar uma carência de cálcio e de potássio, enquanto que a contribuição do sódio resulta muitas vezes excessivamente elevada.
Os outros minerais, dos quais são necessárias quantidades inferiores mas que são de qualquer maneira indispensáveis à vida e à saúde, são chamados oligoelementos: o ferro, o zinco, o iodo e o selénio encontram-se entre os mais comuns.
Ao todo, o organismo humano necessita de cerca de cinquenta diferentes tipos minerais, todos mais ou menos importantes.


Quais são as origens da terapia com os minerais?
A importância dos minerais no funcionamento do organismo começou a ser estudada no início do século XIX, mas as primeiras terapias com os minerais apareceram nos Estados Unidos da América e na Alemanha somente por volta de 1950.
Este atraso pode ser explicado, em parte, pela falta de instrumentos para analisar quantidades mínimas destes elementos no sangue.

Como é que se desenrola uma terapia com minerais?

O médico interroga o paciente sobre os sintomas, o que geralmente lhe permite estabelecer de que tipo é a sua carência mineral. Por vezes, para estabelecer um diagnóstico exacto, são úteis análises do sangue, dos cabelos e da urina, que fornecem informações sobre a taxa de minerais.

Qual é o tempo de duração de uma terapia com os minerais?
A visita médica e a recolha de amostras de sangue não requerem mais tempo do que uma consulta médica normal. A terapia, pelo contrário, pode ser bastante longa. Muitas vezes, a contribuição de minerais deve continuar por muitos meses antes que se observe um melhoramento.

Quais são as doenças que podem beneficiar desta terapia?
A terapia com os minerais não é exclusiva, mas é bastante complementar a um outro tratamento. Pelo contrário, é hoje em dia demonstrado que a carência de substâncias minerais produz sintomas e doenças bem definidas.
O cálcio foi utilizado contra a fragilidade óssea e os problemas dentários, mas também contra os espasmos intestinais e as menstruações dolorosas.
O magnésio ajuda a superar os estados depressivos e os espasmos musculares. Por vezes é útil como remédio contra a ansiedade.
O ferro é geralmente prescrito às mulheres com menstruações abundantes ou que sofrem muitas vezes de uma carência deste mineral. Também a artrite se trata com a subministração de ferro.
O zinco demonstrou-se eficaz contra a acne e os eczemas, além de ser utilizado para os problemas do crescimento e do desenvolvimento e a reforçar o sistema imunitário.
O iodo é utilizado desde à muito tempo contra a papeira.
O selénio é considerado um remédio preventivo da trombose arterial e do cancro.

O crómio pode ser prescrito contra a diabetes e a catarata.
O cobre, também este utilizado contra a papeira, é empregado no caso de perturbações de pigmentação e tem um efeito anti-inflamatório ao nível das articulações. É para além disso eficaz contra as infecções micróbicas e virais.
Os sais de ouro são largamente utilizados no tratamento dos reumatismos inflamatórios, como a poliartrite crónica que atinge as articulações.

Resumindo
O objectivo da terapia com minerais é fornecer ao organismo os minerais dos quais este é carente por causa da alimentação, de uma má assimilação ou de perdas excessivas. A terapia com os minerais é eficaz contra a fragilidade óssea, a hipertensão arterial, a depressão, a fraqueza muscular, as cãibras, o eczema e a anemia.

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