quarta-feira, 11 de maio de 2011

Hipnose

O que é a Hipnose?
A hipnose é um estado de alteração da consciência. Sob hipnose, toda a atenção se concentra sobre um objecto ou sobre uma pessoa em particular, excluindo tudo o resto.
As falsas crenças em relação à hipnose são numerosas. Diz-se, erradamente, que esta é efectivamente uma espécie de sono. Pelo contrário, existem diferenças fundamentais entre estas duas condições. Sob a hipnose estamos acordados, também se temos os olhos fechados e o paciente não tem consciência do mundo que o rodeia.
Diz-se também, às vezes, que a hipnose é a manifestação de uma força magnética que coloca o paciente à mercê do hipnotizador, mas também isto é falso. O hipnotizador dá as instruções e ajuda o paciente a entrar em estado de hipnose, mas esta não pode ser imposta contra a vontade individual. Os estados hipnóticos são chamados também estados de transe e podem ser mais ou menos profundas.
A hipnose é conhecida desde a antiguidade. Já os sacerdotes- terapêuticos egípcios e os médicos gregos utilizavam a hipnose.
Muitas das grandes figuras da medicina ocidental - entre os quais, em particular, Freud - foram a uma certa altura fascinadas pelo seu potencial. No entanto, não passou muito tempo desde quando a maior parte dos médicos julgava a hipnose como um simples truque dos charlatões. Nos dias de hoje, a hipnose já não tem nada de mágico e é considerada um método útil para modificar o comportamento e tratar as doenças crónicas. A hipnose é particularmente eficaz no reforço de auto-estima, valorização e motivação pessoal, no tratamento da ansiedade, das fobias, da dor crónica, dos ataques de pânico, depressão, decepção amorosa e de muitas perturbações psicossomáticas.
Tem-se feito recurso à hipnose também para ajudar os pacientes a perder peso, a deixar de fumar e de beber.
Alguns dentistas servem-se da hipnose para acalmar a dor nos pacientes alérgicos aos anestéticos e para atenuar o medo muitas vezes associado aos tratamentos odontológicos.

O que acontece sob hipnose?
Existem vários métodos para induzir um estado. O paciente deve assumir uma posição cómoda, a seguir o hipnotizador lhe pedirá para concentrar o seu olhar num ponto fixo por alguns minutos, para relaxar os músculos, para prestar atenção a uma frase repetida várias vezes lentamente. A este ponto experimenta-se as seguintes sensações:
-perda de consciência no que diz respeito ao mundo circunstante;
-percepção aguçada das funções internas, tais como a respiração e o batimento cardíaco;
-sensação de ligeireza em todo o corpo.
A sugestibilidade resulta acentuada: experimentam-se sensações sugeridas por um terapeuta (por exemplo, o frio, também se o lugar está perfeitamente aquecido). 
As modificações físicas às quais é sujeito um paciente sob hipnose são o abrandamento da respiração e do batimento cardíaco, uma diminuição da sensibilidade a nível do sistema nervoso periférico e da dor, para além das modificações da actividade cerebral, avaliáveis mediante electroencefalograma.
Durante a sessão de hipnose o terapeuta pode provocar sugestões relativas ao problema tratado – por exemplo, o tabagismo – e pedirá ao paciente para imaginar-se livre daquele hábito.
O objectivo da sugestão e da visualização é aquele de influenciar o subconsciente na vida quotidiana. Mas esta operação pode ter êxito somente se o paciente o deseja verdadeiramente.

A hipnose é uma experiência desagradável?
A maior parte dos indivíduos hipnotizados descrevem-na como uma experiência bastante agradável, no decurso da qual se tem a sensação de uma extensão da consciência.

Quanto tempo dura a hipnose?
Uma sessão de hipnose, geralmente, não dura mais de uma hora. A duração de uma terapia depende de muitos factores, assim como das motivações e das expectativas do paciente.
O sucesso da terapia está subordinado ao empenho do paciente em enfrentar o próprio problema (a abstinência do tabaco ou o excesso de peso, por exemplo).
A sugestibilidade varia segundo os indivíduos, mas é possível treinar-se para alcançar mais rapidamente o estado de transe. O terapeuta pode também ensinar ao paciente a auto-hipnose, de maneira que este possa prosseguir sozinho o tratamento.

Complicações

Normalmente não existem complicações. No final da sessão o hipnotizador induz verbalmente o despertar. Pode acontecer, muito raramente, que um paciente não deseje acordar. Algumas pessoas são refractárias à hipnose e por conseguinte esta terapia não terá nelas nenhum efeito. Por vezes é difícil visualizar as causas de certas angústias, sobretudo no caso de indivíduos muito deprimidos ou frágeis.
Muitas pessoas colocam na hipnose um excesso de expectativas e correm o risco de permanecer desiludidas.

ATENÇÃO
A hipnose não cura doenças como tumores, infecções, etc. Devem ser condenados aqueles que aconselham a hipnose como remédio miraculoso.
A hipnose com objectivos terapêuticos é praticada pelos médicos, nos consultórios ou no hospital, seguindo uma série de regras deontológicas e profissionais muito rígidas.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Auriculoterapia

O que é a auriculoterapia?
Trata-se de um método diagnóstico e terapêutico que tem o objectivo de aliviar a dor e curar o corpo intervindo sobre a orelha.
Em prática aplicam-se na orelha agulhas seguindo uma espécie de mapa, no qual cada ponto particular corresponde a um determinado órgão do corpo. Este método parece ser capaz de melhorar a resposta do organismo a algumas perturbações funcionais e de reforçar as suas defesas. 

A auriculoterapia era já usada pelos antigos egípcios e, desde o século IV a.C., também na China. Na sua forma moderna foi introduzida há cerca de quarenta anos atrás pelo médico francês, o Doutor Paul Nogier, que juntamente com outros estudiosos elaborou uma terapia com base na exististência na orelha de pontos de correspondência para determinadas doenças.
Sucessivamente, baseando-se em investigações realizadas por médicos europeus, chineses e americanos, se acabou por redigir um mapa pormenorizado da orelha, hoje utilizados pelos auriculoterapeutas de todo o mundo.




Quais são as indicações da auriculoterapia?
Os campos de aplicação da auriculoterapia são muito diferentes entre eles: segundo os seus apoiantes, esta técnica consentiria, entre outras coisas, em aliviar a dor, mas seria igualmente eficaz contra as perturbações do sistema neurovegetativo e contra o tabagismo, para além de potenciar o efeito de numerosos medicamentos.


Quais são os limites da auriculoterapia?
A auriculoterapia não é capaz de curar as doenças orgânicas, mas pode ser usada em caso de perturbações funcionais e de dores. É oportuno recordar que - como para outras medicinas naturais - muitos atribuem os seus efeitos a mecanismos de auto-sugestão e à indução do relaxamento.

Como se pratica a auriculoterapia?
Só uma identificação preventiva da perturbação permite utilizar o mapa da orelha com uma cognição de causa.
O auriculoterapeuta pode descobrir as zonas dolorosas da orelha através de palpação ou servindo-se de um aparelho eléctrico para procurar os pontos sensíveis, e deste exame, obtém indicações úteis para a localização de eventuais doenças e para formulação do diagnóstico.


Visto que a forma da orelha é semelhante à de um feto de cabeça para baixo, a determinação da correspondência entre os pontos auriculares e as partes do corpo é efectuada baseando-se nesta analogia: o lobo, por exemplo, representa a cabeça.



Terapia
Uma vez identificada a perturbação e os pontos auriculares correspondentes, o terapeuta executa uma desinfecção cuidadosa da orelha; em seguida, introduz uma agulha de ouro, de prata ou de um outro metal precioso até uma profundidade de cerca de 2mm no ponto pré-fixado, sobre o qual se pode intervir também mediante ímanes, correntes eléctricas e massagens auriculares.
Inicialmente, as agulhas devem permanecer enfiadas por cerca de 8 minutos, mas este tempo deve ser reduzido se o paciente se revela particularmente sensível.



Na maior parte dos casos, é necessário prever pelo menos cinco sessões, que devem ser realizadas a intervalos de poucos dias uma da outra e que prevêem a aplicação de três a seis agulhas.

IMPORTANTE
Deve absolutamente evitar-se a prática de auriculoterapia sobre si mesmo: convêm dirigir-se a um dos muitos terapeutas peritos em medicinas naturais que praticam auriculoterapia.



quarta-feira, 4 de maio de 2011

Auto-sugestão

O que é a auto-sugestão?
  

A auto-sugestão é um método que permite ao indivíduo concentrar-se intensamente num objectivo que pretende alcançar.

Existem vários métodos de auto-sugestão utilizados com objectivos médicos para permitir ao paciente a sua participação activa no processo de cura física ou psíquica.

O princípio da auto-sugestão é muito simples: o paciente consciencializa-se de conter em si próprio a força para curar uma doença e readquirir saúde.
Durante a fase de aprendizagem, que pode ser mais ou menos longa, o indivíduo vai adquirindo progressivamente esta convicção, até que esta passa a agir a um nível inconsciente. Então melhora o humor, desaparecem as depressões e o doente readquire o gosto pela vida.

Do mesmo modo, a preparação psicológica do praticante desportivo de nível profissional baseia-se nos métodos da auto-sugestão.



Como funciona a auto-sugestão?


Através da auto-sugestão o paciente aprende a utilizar técnicas que não conhecia antes ou que não estava em condições de aplicar devido a uma doença. Geralmente, o doente aprende a apresentar-se em aparente boa saúde, transbordando alegria de viver.

Na realidade, estas técnicas nada mais fazem do que confirmar o que diz a sabedoria popular, ou seja que uma pessoa com uma atitude positiva cura-se mais rápida e duradouramente do que quem se deixa desencorajar.


Uma convicção razoável

É muito importante que o paciente engendre uma convicção nova e razoável.

Não tem qualquer sentido utilizar a auto-sugestão para se convencer de coisas totalmente estranhas à realidade, já que a razão exerce sempre o seu controlo sobre os nossos convencimentos. Também, não se pode transformar um ser mediamente dotado num génio unicamente com a auto-sugestão, como certos filmes ou romances gostariam de nos fazer acreditar!




Como se pratica a auto-sugestão?


Para que a auto-sugestão seja eficaz, é necessária uma grande disponibilidade por parte do paciente, que deve estar pronto a dominar o próprio destino e agir para obter a cura. É por este motivo que os candidatos à aprendizagem da auto-sugestão são, em primeiro lugar, submetidos a um exame psicológico para avaliar a força real da sua motivação. Depois deste exame definem-se os objectivos que se devem alcançar. Podem estabelecer-se algumas etapas intermédias ou detectar directamente o objectivo final.


Sob a direcção de um especialista, o paciente aprende a aproximar-se mentalmente deste objectivo utilizando as próprias faculdades imaginárias. No mais simples dos casos, o indivíduo visualiza-se a si próprio numa determinada situação em que actua como ser humano em boa saúde, sem nenhuma restrição.



Muitas vezes escolhem-se situações que representam as aspirações mais profundas do paciente, por exemplo um rendimento desportivo.

Uma vez que o paciente aprendeu a projectar-se nestas representações, deve fazê-lo regularmente e o mais frequentemente possível. Imaginando-se em boa saúde, ele orienta nesta direcção não só o inconsciente, mas também a sua vontade.



Onde nos podemos dirigir para praticar a auto-sugestão?


Em regra, a auto-sugestão deve ser praticada somente sob orientação de um psicólogo experiente ou de um psiquiatra, dado que esta técnica requer conhecimentos práticos específicos em psicologia e psicoterapia, para além de uma boa dose de intuição.

Muitas formas de psicoterapia e as técnicas de relaxamento, como o training autogéneo, contêm elementos de auto-sugestão.

A medicina desportiva oferece um vasto campo de aplicação à aprendizagem da auto-sugestão.

É claro que, nas doenças crónicas e nos doentes terminais, a auto-sugestão deve actuar em sinergia com as terapêuticas médicas clássicas.


Deve-se ter paciência

Para aprender a auto-sugestão, são indispensáveis muita paciência e perseverança. São necessárias efectivamente pelo menos algumas semanas, mas em princípio alguns meses, para conseguir dominar esta técnica, depois de insucessos iniciais. Não é assim tão fácil tornar reais os próprios desejos, mesmo que estes sejam razoáveis.


Campos de aplicação
  • Doenças de longa duração
  • Perturbações crónicas
  • Asma
  • Perturbações neurovegetativas
  • Reeducação a seguir a acidentes, enfartes...
  • Nervosismo
  • Estados depressivos
  • Ansiedade e reacções provocadas pelo stress

domingo, 1 de maio de 2011

Diminuir o apetite


A cromoterapia garante: a cor azul é supressora de apetite.
Está na hora de investir em porcelanas, guardanapos e jogos americanos azuis. 
Esta cor calmante fá-lo comer mais devagar, o que ajuda a perceber quando está satisfeito.


As cores quentes como vermelho, laranja e amarelo, estimulam o apetite e fazem-no colocar mais comida no prato.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Banhos de sal

O que são banhos de sal?

A acção benéfica dos banhos sulfurosos em relação a numerosas afecções cutâneas era conhecida desde a antiguidade, e Marat, o célebre revolucionário francês, transcorria muitas horas na banheira para aliviar os terríveis pruridos causados por um doença de pele.
Também a balneoterapia – hidroterapia praticada através de banhos, com pressas ou duches – reentra entre as práticas tradicionais do termalismo.
Ainda hoje, por iniciativa do próprio paciente ou por prescrição médica, recorre-se muitas vezes aos banhos para aliviar as afecções reumáticas, as constipações, as irritações cutâneas e numerosas outras perturbações. Na farmácia podem-se encontrar sais ou óleos de banho com indicações precisas sobre as modalidades de uso, mas é também possível produzir por si própria essências de banho vegetais ou de óleos emolientes.

Os banhos de sal
Os banhos de sal consistem simplesmente em acrescentar à água sal de cozinha previamente dissolvido. O tempo de duração do banho varia dos 15 aos 20 minutos, a uma temperatura oscilante entre os 35 e os 37 ºC.
Estes banhos são geralmente prescritos para tratamentos com uma frequência quotidiana ou com uma frequência de três vezes por semana, para um total de 10-12 banhos.
Depois do banho é necessário repousar, conservando o estrato de sal sobre a pele.
Os banhos sal são utilizados no caso de várias afecções cutâneas ou reumáticas, de doenças ginecológicas ou de perturbações do metabolismo. São desaconselhados no caso de hipertensão arterial, de fraqueza cardíaca, de feridas abertas ou de afecções cutâneas purulentas.

Os banhos sulfurosos
Para preparar um banho sulfuroso utiliza-se um produto vendido na farmácia, o Kalium sulfuratum. 
O tempo de duração do banho, a temperatura, a frequência e as contra-indicações são análogas àquelas dos banhos de sal.

A reação do enxofre com a água produz hidrogénio sulfureto, que é absorvido quer através da pele quer por inalação dos vapores do banho. A pele beneficia de uma melhor irrigação, como mostra a sua cor vermelha.
Os banhos sulfurosos são aconselhados no caso de doenças reumáticas, de dores musculares, de inflamações crónicas da próstata ou das trompas de Falópio, além das inflamações da pele tais como pruridos, acne ou psoríase.



Os banhos iodados
Quando se toma um banho iodado é necessário tapar a banheira para não inalar os vapores. O iodo absorvido através da pele estimula a circulação periférica.
Os banhos iodados são eficazes contra a furunculose e outras afecções cutâneas purulentas, contra a artrose, a arteriosclerose e as suas consequências.

Banhos com aditivos: essências e plantas

Os óleos de banho restituem à pele as matérias gordas das quais esta é carente.
Aconselha-se de utilizar óleos de banho para os lactentes e para as crianças muito pequenas, com a condição de se escolherem produtos hipoalergénicos, dado que a sua pele é muito delicada e pode ser irritada por alguns perfumes.
A camomila, a arnica, a aspérula, o rosmaninho são eficazes contra as dermatites e aliviam as queimaduras solares. É necessário no entanto ter cuidado com a arnica, porque alguns tipos de pele manifestam uma reacção alérgica a esta planta.
Os banhos de soro tornam a pele macia, assim como os rebentos de trigo, o estrato de aveia e a erva-cidreira.
O alcatrão vegetal, o enxofre, o óleo de xisto são utilizados nos banhos contra o eczema crónico, as irritações da pele que provocam pruridos, a psoríase.
Os ginecologistas aconselham, na presença de algumas afecções, semicúpios* com o acréscimo de estratos vegetais: erva-cidreira, aquileia, camomila, rosmaninho.
Os banhos de lama são indicados no caso de afecções ginecológicas, de dores reumáticas, de gota e de doença da pele.


Os ataques de reumatismo são por vezes tratados através de banhos aos quais são acrescentados ácido salicílico (potente anti-séptico) ou óleos essenciais de pinheiro, de eucalipto ou de cânfora. Neste caso é fundamental seguir as doses prescritas, para não irritar excessivamente a pele.
Contra consequências provocadas pelas correntes de ar frio recomendam-se as mesmas substâncias indicadas para as fricções: óleo de pinheiro, de mentol, de tomilho, de erva-cidreira, de valeriana, de estratos de lúpulo ou de citronela.
Quase todos os óleos essenciais têm uma acção estimulante muito intensa.

*Semicúpio - s.m. Banho que é aplicado a uma parte do corpo.

Temperatura e duração dos banhos
Os banhos são habitualmente bem tolerados quando a temperatura da água é igual à interna do organismo. O banho deveria durar entre 15 a 30 minutos.
Para os doentes de coração, os banhos com aditivos tonificantes podem causar cansaço e é preferível pedir um conselho ao médico.

 Agora só precisa de relaxar...

sábado, 12 de março de 2011

Vai uma massagem?

Neste mundo quase tudo que fazemos é em pé. Embora as máquinas de massagem para os pé estejam a tornar-se cada vez mais populares nada substitui uma boa massagem com as mãos, o toque humano é insubstituível!

Uma razão evidente para uma massagem nos pés é que ela é muito agradável! Mas a massagem também deixa os pés mais saudáveis e bonitos pois exercita os músculos e estimula o fluxo sanguíneo.

Preparação

Antes da massagem, relaxe os músculos dos pés aquecendo-os: pode fazer isso simplesmente com uma compressa quente. Ou, se preferir, deixar os pés de molho em água morna e epsomita, também conhecido como sal-amargo, cerca de 15 minutos.
Uma terceira opção: mantenha os pés debaixo de água corrente por dez minutos, aumentando gradualmente (cuidado para não deixar a água muito quente) e, em seguida, diminuindo sua temperatura.
Agora, já pode começar a massagem.

Prática

Apoie um pé sobre o joelho da outra perna e vire a sola do pé para si. Espalhe creme hidratante na sola ou nas mãos. 
Siga os seguintes passos:
 
1-Usando os polegares, massageie as solas em movimentos circulares e profundos. Comece na região logo atrás dos dedos e siga em direção ao calcanhar. Concentre-se em áreas pequenas. Quando tiver terminado a sola, vire o pé e massageie o peito, ainda usando os polegares. Novamente, trabalhe em pequenas áreas e massageie todo o peito do pé.

2-Assim que terminar, vá para os dedos. Puxe cada um deles, lenta e suavemente; massageie-o torcendo as suas laterais, trabalhando da base do dedo para fora; mexa-o para trás e para frente. Agora, repita o mesmo procedimento no outro pé.

Embora a rotina acima proporcione uma boa massagem, aqui vão algumas dicas que aumentarão ainda mais a circulação:
-aperte toda a lateral externa do pé.

-bata levemente nas solas com as costas da mão ou com a mão fechada; faça isso ao longo da sola.

-use as duas mãos para virar o pé em direções contrárias, torcendo-o como se fosse uma esponja.

-se algum lugar do pé estiver tenso e doer, em vez de massageá-lo, apenas pressione de forma firme no local com os polegares, mantenha alguns segundos e solte.


sexta-feira, 11 de março de 2011

Tempestade emocional

De vez em quando pode acontecer sentir-se num clima emocional bastante agreste. Pode mesmo sentir-se refém da sua raiva ou ciúme. Use esta meditação para acalmar a tempestade.


Benefícios
-Acalma a raiva e outras emoções negativas
-Cura e transforma as emoções negativas
-Promove a compaixão por si mesmo e pelos outros

Quando meditar
Experimente esta meditação sempre que se sentir aprisionado pela angústia da raiva ou da inveja.

Preparação
Procure um local tranquilo, longe da pessoa ou da situação que provocou a sua raiva, onde não seja incomodado pelo menos durante 15 minutos.

Prática
1-Sente-se confortavelmente, com as costas direitas. Se não se sente em condições para estar sentado, deite-se de costas. Acalme-se respirando profundamente algumas vezes e depois respire naturalmente.
2-Concentre-se agora nas emoções que está a sentir. Tente não as analisar. Em vez disso, concentre-se em senti-las apenas.
3-Imagine o rosto do ser mais amoroso, carinhoso e compassivo em que conseguir pensar. Poderá ser Deus, Buda, a Virgem Maria, um mestre especial ou qualquer outro ser. Pode mesmo ser uma entidade que não conhece. Pode pensar nele como uma manifestação do Espírito ou simplesmente como um ser carinhoso e compassivo.
4-Passe alguns minutos na presença deste ser. Fale com ele, em voz alta ou em silêncio, acerca da sua raiva, fúria ou inveja.
5-Entregue a este ser amoroso as suas emoções negativas para que ele as cure e transforme. Sente-se tranquilamente durante alguns minutos e termine a sua meditação.


Tratamentos termais


O que é o termalismo?


É o conjunto de actividades, estruturas e equipamentos que utilizam águas minerais ou termais com objectivo terapêutico. Trata-se de uma prática muito antiga, já utilizada na época romana e na idade média.
Os tratamentos termais são uma actividade médica e os seus custos, em determinados casos, podem ser parcialmente reembolsados pelo Serviço Nacional de Saúde. 


Como são classificadas as águas minerais ?
As propriedades das águas minerais são numerosas variando conforme as fontes. Cada estabelecimento termal é especializado na terapêutica de algumas doenças especificas. O efeito das águas corresponde a um mecanismo tão complexo que existem várias classificações. São dois os critérios principais:

-a classificação química:
Águas com bicarbonato, enxofre, cloro, cálcio, metais raros;
-a classificação terapêutica:
Tratamentos internos (por exemplo, o consumo de águas minerais para aumentar a actividade purificadora dos rins); tratamentos externos (banhos, duches, vaporizações orais ou cutâneas, massagens, jactos, irrigações vaginais etc.).

Quais são as propriedades de um tratamento termal?
O tratamento termal é um método terapêutico que permite:
-diminuir ou eliminar os medicamentos;
-aumentar a eficácia de um medicamento;
-reduzir os efeitos colaterais de algumas terapêuticas crónicas. 

 O tratamento termal é também um momento privilegiado para a educação sanitária : ritmo de vida regular, sem stress, higiene alimentar e regras dietéticas, uso optimizado dos medicamentos , exercícios físicos adaptados e repouso. Este permite para além disso:
- o diagnóstico precoce de certas afecções graças à presença contínua de pessoal médico;
- a prevenção das recaídas e das complicações.
O efeito dos tratamentos termais é curativo e preventivo. A duração de um tratamento pode ser curta como 2 a 4 dias, o tempo mínimo para um “reequilíbrio” eficaz.


Quais são as indicações?
Muitas doenças podem beneficiar dos efeitos de um tratamento termal: artroses, sequelas de fracturas, cálculos urinários, infecções nasofaríngeas recorrentes, perturbações intestinais, doenças da pele. Os tratamentos termais contribuem para a eliminação ou distanciamento das crises agudas e repetidas, como asma, enxaqueca e eczema, os tratamentos termais podem ajudar a diminuir a sensibilidade aos agentes desencadeadores. Quando as perturbações funcionais se associam a dificuldades psicológicas, podem desaparecer completamente uma vez reconquistado o equilíbrio psíquico.

Existem contra- indicações?
Como em outras terapêuticas, também para os tratamentos termais existem contra indicações. Geralmente, todas as doenças agudas (excepto o eczema) e qualquer doença crónica que comprometa seriamente uma função importante como a respiração ou a circulação do sangue – representam sérias contra-indicações. Alguns tipos de tratamentos podem ser desaconselhados devido à natureza das águas, do clima, da atitude ou do estado geral do doente.
 
Importante :
São várias as doenças que podem beneficiar com os tratamentos termais. Cada estabelecimento termal trata somente uma ou duas destas afecções. Os médicos de família e os centros de saúde locais que podem fornecer-vos todas as informações úteis em relação a este assunto.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Terapia com os minerais: oligoterapia

O que é a oligoterapia?

A terapia com os minerais consiste em fornecer ao organismo a contribuição que uma substância mineral ou de um oligoelemento, quer modificando a alimentação quer subministrando um medicamento.


Muitas vezes, esta terapia reforçada por uma contribuição vitamínica, a fim de beneficiar da sinergia das duas substâncias. Os minerais são indispensáveis para um bom funcionamento do organismo.
São importantes componentes do corpo humano e participam na vida das células.
Alguns minerais, como o cálcio, o sódio e o potássio, são necessários em grandes quantidades.
Também na presença de uma alimentação equilibrada pode-se manifestar uma carência de cálcio e de potássio, enquanto que a contribuição do sódio resulta muitas vezes excessivamente elevada.
Os outros minerais, dos quais são necessárias quantidades inferiores mas que são de qualquer maneira indispensáveis à vida e à saúde, são chamados oligoelementos: o ferro, o zinco, o iodo e o selénio encontram-se entre os mais comuns.
Ao todo, o organismo humano necessita de cerca de cinquenta diferentes tipos minerais, todos mais ou menos importantes.


Quais são as origens da terapia com os minerais?
A importância dos minerais no funcionamento do organismo começou a ser estudada no início do século XIX, mas as primeiras terapias com os minerais apareceram nos Estados Unidos da América e na Alemanha somente por volta de 1950.
Este atraso pode ser explicado, em parte, pela falta de instrumentos para analisar quantidades mínimas destes elementos no sangue.

Como é que se desenrola uma terapia com minerais?

O médico interroga o paciente sobre os sintomas, o que geralmente lhe permite estabelecer de que tipo é a sua carência mineral. Por vezes, para estabelecer um diagnóstico exacto, são úteis análises do sangue, dos cabelos e da urina, que fornecem informações sobre a taxa de minerais.

Qual é o tempo de duração de uma terapia com os minerais?
A visita médica e a recolha de amostras de sangue não requerem mais tempo do que uma consulta médica normal. A terapia, pelo contrário, pode ser bastante longa. Muitas vezes, a contribuição de minerais deve continuar por muitos meses antes que se observe um melhoramento.

Quais são as doenças que podem beneficiar desta terapia?
A terapia com os minerais não é exclusiva, mas é bastante complementar a um outro tratamento. Pelo contrário, é hoje em dia demonstrado que a carência de substâncias minerais produz sintomas e doenças bem definidas.
O cálcio foi utilizado contra a fragilidade óssea e os problemas dentários, mas também contra os espasmos intestinais e as menstruações dolorosas.
O magnésio ajuda a superar os estados depressivos e os espasmos musculares. Por vezes é útil como remédio contra a ansiedade.
O ferro é geralmente prescrito às mulheres com menstruações abundantes ou que sofrem muitas vezes de uma carência deste mineral. Também a artrite se trata com a subministração de ferro.
O zinco demonstrou-se eficaz contra a acne e os eczemas, além de ser utilizado para os problemas do crescimento e do desenvolvimento e a reforçar o sistema imunitário.
O iodo é utilizado desde à muito tempo contra a papeira.
O selénio é considerado um remédio preventivo da trombose arterial e do cancro.

O crómio pode ser prescrito contra a diabetes e a catarata.
O cobre, também este utilizado contra a papeira, é empregado no caso de perturbações de pigmentação e tem um efeito anti-inflamatório ao nível das articulações. É para além disso eficaz contra as infecções micróbicas e virais.
Os sais de ouro são largamente utilizados no tratamento dos reumatismos inflamatórios, como a poliartrite crónica que atinge as articulações.

Resumindo
O objectivo da terapia com minerais é fornecer ao organismo os minerais dos quais este é carente por causa da alimentação, de uma má assimilação ou de perdas excessivas. A terapia com os minerais é eficaz contra a fragilidade óssea, a hipertensão arterial, a depressão, a fraqueza muscular, as cãibras, o eczema e a anemia.

Copo cheio


É fácil darmos o que temos como garantido e sentirmos uma insatisfação crónica. Prestar atenção às bênçãos que recebe pode transformar a sua forma de pensar e a sua vida.
Benefícios
Constitui um antídoto contra a insatisfação crónica
-Aumenta a consciência relativamente às bênçãos que recebe
-Ajuda-o a centrar-se no momento presente

Quando praticar
Se à partida deseja coisas que não tem.
 
Preparação
Faça uma lista de tudo aquilo que quer e que não tem.
Anote depois dez coisas pelas quais está grato.


Prática
1-Reserve algum tempo para ficar sozinho num lugar em que não seja incomodado. Sente-se numa posição confortável. Depois de ter feito o exercício preliminar acima descrito leia as dez coisas que incluiu na sua lista.


2-Gere um sentido genuíno de gratidão por cada item da sua lista. Se está grato pela sua saúde, sinta-se agradecido pela sua boa sorte. Se tem um automóvel, seja qual ele for, esteja sinceramente grato por ter transporte. Se tem um parceiro, pense nas suas excelentes qualidades e esteja grato por ele fazer parte da sua vida.


3-Depois de ter percorrido a sua lista, deixe-se estar tranquilamente sentado e agradeça a si mesmo, a Deus, ao Universo, ou a qualquer outra entidade que escolher, pelas dádivas que lhe foram concedidas. 

Decida-se todos os dias a estar consciente e grato pelas bênçãos que recebeu.